Jovem cria algoritmo que diagnostica leucemia

Por Carlos Silvio em 22 de maio de 2013

 

Essa semana os jovens vem surpreendendo no meio científico. Depois da garota que criou uma ferramenta que recarrega baterias em segundos, uma jovem norte-americana de 18 anos desenvolveu uma ferramenta que consegue diagnosticar o tipo mais agressivo e menos detectável de leucemia.

Brittany Wenger é viciada em ciência e criou uma “rede neural artificial” que é capaz de detectar determinados padrões na expressão genética dos pacientes. Analisando características específicas, o algoritmo pode dizer se a pessoa tem leucemia ou não. “Diferentes tipos de câncer têm diferentes impressões digitais moleculares”, explicou ela ao site Mashable.

Brittany começou essa pesquisa quando tinha 15 anos. Sua prima tinha sido diagnosticada com câncer de mama e então a jovem decidiu juntar seus conhecimentos de programação para ajudar a detectar a doença de maneira mais precisa.

Sendo assim, ela “apenas” analisou padrões genéticos para identificar quais aspectos estavam presentes em células canceríginas. Com o trabalho com o câncer de mama, ela conseguiu um prêmio de US$ 10 mil do Google em 2012 e assim pode continuar buscando solução similar para a leucemia.

Resultados

Os resultados obtidos pela jovem vem sendo bons. A ferramenta conseguiu identificar cerca de 99% dos casos de câncer avaliados. Já foram realizados mais de 7 milhões de testes com o algoritmo em três anos.

“Eu ensinei o computador a responder uma questão simples: o nódulo é maligno ou benigno?”, resume Wenger.

No vídeo abaixo a jovem explica sua pesquisa inicial, que envolvia câncer de mama:

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