Estuda indica que volume de lixo eletrônico aumentará 33%

Por Carlos Silvio em 17 de dezembro de 2013
Em 2017 o volume anual de lixo eletrônico será equivalente a 200 edifícios como o Empire State

Em 2017 o volume anual de lixo eletrônico será equivalente a 200 edifícios como o Empire State

O voluma de lixo eletrônico produzido pelo ser humano pode ser tornar um problema ainda mais grave em breve. Por exemplo, quando você compra um celular novo, o que faz com o antigo? E seus pilhas? As peças do seu computador que não servem mais?

No ano passado, a produção de lixo eletrônico alcançou quase 49 milhões de toneladas métrica em todo o mundo. Ou seja, sete quilos por CADA habitante do planeta. Em 2017 a previsão é que o número aumente 33%. O dado é de um estudo publicado no último domingo pela UNU, Universidade das Nações Unidos.

Esse é o primeiro mapa global do lixo eletrônico e mostra a quantidade de resídulos eletrônicos que cada país gera.

A previsão é que para 2017 o volume anual de lixo eletrônico seja de 65,4 milhões de toneladas, equivalente a 200 edifícios como o Empire State de Nova Iorque.

No ano de 2012 a China e os Estados Unidos lideraram a lista de países que mais fabricam equipamentos eletrônicos e elétricos (EEE). Produzindo 11,1 e 10 milhões de toneladas e gerando 7,3 e 9,4 milhões de toneladas de lixo eletrônico, respectivamente. Porém quando se analisa a produção per capita, o dado impressiona: Os norte-americanos geraram 29,8 quilos de lixo eletrônico por pessoa, número seis vezes maior que o da China.

Já na América Latina, o Brasil e o México foram os países que mais geraram lixo eletrônico. O Brasil produziu dois milhões de toneladas de EEE e gerou 1,4 milhão de toneladas de lixo eletrônico.

 

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