Orelhões devem vir equipados com 3G e Wi-Fi para se tornarem competitivos

Por Carlos Silvio em 06 de maio de 2014

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Quantas vezes você utilizou um orelhão nessa semana? E nesse ano? Nenhuma?! Você não está sozinho. É cada vez mais raro as pessoas utilizarem no Brasil e graças a isso cada vez mais esses telefones públicos desaparecem das ruas.

O motivo é óbvio: O Brasil é um dos países que mais vendem celulares no mundo, fora o crescimento do número de instalações de internet banda larga nas casas, o que demanda muitas vezes uma linha telefônica.

Para evitar o desaparecimento total, os orelhões tentam se adaptar. O plano é fazer com que os equipamentos sairem das fábricas configurados para realizar ligações por meio da rede celular 2G. Já começam a esquentar as linhas de produção, porém, aparelhos que irão operar pelo 3G, rede de banda larga móvel.

Segundo a Anatel, em dez anos, o Brasil perdeu 120 telefones por dia. Em 2004 o número total era de 1,3 milhões, hoje existem 875 mil.

Sob o regulamento do plano geral de metas para universalização deve existir 4 orelhões para cada mil habitantes, hoje país esse número é de 4,3, bem perto do mínimo.

O plano de universalização é um conjunto de obrigações a que estão sujeitas as concessionárias do serviço de telefonia fixa prestado em regime público, que têm como objetivo dar a qualquer pessoa acesso ao serviço de telecomunicações, independentemente da localização e da condição socioeconômica. Por isso orelhões são importantes, principalmente para a população mais pobre, que tem pouco acesso a celulares e telefonia fixa.

Em junho deve ser colocado em consulta pública um edital do novo plano, porém a quantidade de orelhões por habitantes ainda está sendo estudada.

 

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