Netflix: 50 milhões de assinantes em todo o mundo

Por Carlos Silvio em 21 de julho de 2014

O serviço de streaming de vídeos Netflix alcançou o número de 50 milhões de assinantes em todo o mundo. O dado foi divulgado juntamente com o resultado financeiro do segundo trimestre de 2013 divulgado pela companhia nesta segunda-feira (21). No período a renda foi de US$ 1,34 bilhão.

Só nos EUA o Netflix possui 36,24 milhões de assinantes, apresentando crescimento de 25%. O número de assinantes fora dos EUA é de 13,8 milhões, um aumento de 77% em comparação ao período anterior.

Amazon lança serviço de acesso ilimitado a catálogo de livros

Por Carlos Silvio em 21 de julho de 2014

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Viciados em livros agora têm todo o catálogo de livros digitais da Amazon à disposição, num serviço bem semelhante ao que é oferecido pelo Netflix em relação a séries. O Kindle Unlimited custa US$10 e dá acesso a 600 mil livros e audiolivros, entre eles a série “Harry Potter”, “O Hobbit” e a trilogia “Senhor dos Anéis”.

O lançamento oficial do serviço foi na última sexta-feira (18), mas o serviço foi descoberto antes do lançamento porque a Amazon começou a veicular anúncios sobre ele em sua loja virtual. O download do livro é feito pelo sistema Whispersync, assim a página, marcação e as anotações são sincronizadas em todos os seus dispositivos. Não existe prazo de devolução, mas há um limite de 10 ebooks “emprestados” simultaneamente, sendo assim, ao tentar acessar o 11º livro o sistema solicita que o mais antigo seja devolvido. A qualquer momento é possível baixar novamente um livro “devolvido”, com as marcações de página sincronizadas.

É possível utilizar o serviço não apenas em um Kindle, mas também através do app para iOS, Android e Windows Phone. Vale salientar que os 30 primeiros dias de assinatura do “Kindle Unlimited” são gratuitos.  Os cerca de 2 mil aubiobooks disponíveis no Audible também podem ser baixados, porém só poderão ser ouvidos em smartphones e tablets.

No Brasil é possível encontrar três modelos do aparelho. O mais básico, que custa R$ 300. O Kindle Paperwhite, com maior tela e retroiluminação, custa R$ 480. Um versão melhorada do aparelho, com conexão gratuito à rede 3G, sai por R$ 700.  Todos possuem conexão Wi-Fi.A Amazon já possui serviço de streaming para outras mídias, como filmes, séries e músicas.

Formalmente o Kindle Unlimited só foi lançado nos Estados Unidos, mas o serviço funciona no Brasil com uma conta americana da Amazon. Segundo o Tecnoblog o serviço precisa ser internacional, mas não necessariamente norte-americano. (Para saber mais como alterar sua conta de americana para brasileira acesse aqui.

Confira o vídeo de apresentação do projeto:

 

 

Spotify está liberadíssimo no Brasil

Por Carlos Silvio em 28 de maio de 2014

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Depois de alguns meses funcionando apenas no esquema de convite, o Spotify já está liberado para qualquer internauta do Brasil.

O serviço tem 30 milhões de músicas e 1 bilhões de playlistas criadas. Segundo representantes do serviço no Brasil, mais de 20 mil canções são adicionadas todos os dias.

Há duas opções de planos, um gratuito e o outro pago. No primeiro o usuário terá que ouvir alguns anúncios publicitários entre as músicas. O valor do plano premium é de US$ 6 mensais e é necessário um cartão de crédito internacional. O valor final no Brasil, que é o 58º país a receber o serviço, sai por R$ 14,90.

Um ponto positivo do Spotify é que o mobile é fundamental nos planos da empresa, sendo assim, tanto no plano gratuito e no premium é possível ouvir música através de gadgets, porém no de graça só é possível ouvir músicas em ordem aleatória. Além disso a empresa sueca tem um sistema de compressão de dados e buffer que melhora a experiência do usuário.

A empresa levanta a bandeira contra a pirataria tão a sério que não considera os serviços parecidos, como o Deezer e o Pandora, como concorrentes. Só na Suécia, o lançamento do Spotify fez a pirataria cair 30%.

Segundo dados da empresa, o Spotify já pagou mais de US$ 1 bilhão a detentores de direitos autorais. Isso é resultado de mais de 300 mil acordos feitos com gravadores e distribuidoras.

Acesse e aproveite a música: spotify.com

Google adverte: Glass não deve ser utilizado por muito tempo

Por Carlos Silvio em 26 de maio de 2014

 

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Usuários do Glass não devem utilizar o aparelho por longos períodos seguidamente. Segundo o Google o aparelho pode cansar a vista e prejudicar a saúde dos usuários. A informação partiu da rede britânica BBC.

Anteriormente, após a utilização dos óculos inteligentes, muitas pessoas chegaram a reclamar de dores de cabeça e desconforto ocular. A equipe do Betabeat consultou um especialista no assunto e teve a confirmação de um profissional: o gadget realmente pode causar dores nos olhos.

Segundo Dr. Eli Peli, optometrista de Harvard que é o consultor do próprio Google para o Google Glass, as pessoas não estão acostumadas a olhar para onde está o display do Glass (canto superior direito) por tanto tempo.

“As únicas pessoas que olham para cima por muito tempo são profissionais como eletricistas e pintores”, disse Peli. “A maioria de nós olha para frente e para baixo. Todo mundo sabe que olhar para cima é menos confortável”.

O conselho do profissional é simples: evitar o uso exagerado do produto.

 

 

Facebook altera ferramenta de privacidade

Por Carlos Silvio em 26 de maio de 2014

Mais uma alteração na configuração padrão de privacidade do Facebook agora limita a audiência dos primeiros posts de novos usuários apenas para os amigos. A mudança traz uma reversão do que críticos consideravam uma característica da rede que impulsionava pessoas a compartilharem mais informações que o desejado.

Segundo a rede social, a atualização de status de novos usuários será visível apenas para amigos na configuração padrão, mas poderá ser vista publicamente caso o usuário queira. Segundo o diretor de produto da empresa, Mike Nowak, em entrevista à Reuters, a mudança é um resultado às respostas dos usuários.

“Algumas vezes as pessoas sentiram que estavam sendo surpreendidas de forma desagradável com o fato de que suas informações estavam se tornando mais públicas do que esperavam ou pretendiam”, disse. “A resposta que recebemos é que compartilhar demais é pior que de menos.”

Essa “simples” mudança pode significar uma nova maneira da rede social utilizar as informações que os 1,28 bilhões de usuários compartilham.

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