Saiba o que pode acontecer quando você empurra a bandeja da unidade ótica.
Eu venho postando uma série de artigos sobre mitos e verdades quanto aos assuntos na área da informática. Muitos usuários preferem empurrar a bandeja de CDs, porque o gabinete fica num local onde é difícil apertar o botão da unidade ótica. Já outras pessoas empurram a bandeja por simples costume. Contudo, aí fica a pergunta:
Fechar a bandeja de CDs empurrando-a pode estragá-la?
Hoje iremos abordar o que pode acontecer quando você prefere empurrar a bandeja de CDs, ao invés de utilizar o botão para fechá-la. Acompanhe nossas explicações para ver os problemas possíveis quando você não utiliza o botão para ejetar os discos.
O problema acontece nas peças mecânicas
Quase todos os componentes dos computadores são construídos apenas com peças eletrônicas. As unidades óticas ainda não se tornaram totalmente eletrônicas, porque as bandejas requisitam peças mecânicas para sua locomoção. Esta dependência da parte mecânica é o que mais gera problemas nas unidades óticas.

Os drives de CDs e DVDs possuem mecanismos para que a bandeja seja ejetada e recolhida. Sendo assim, se o usuário resolve fechar a bandeja sem apertar o botão, ele acaba forçando os mecanismos a trabalharem mais rápidos do que o comum. Dependendo da força utilizada, o usuário pode causar danos a estas peças. Dependendo do caso, a unidade pode parar de recolher a bandeja ou de ejetá-la, contudo vale salientar que é raro isto acontecer.
Sendo assim, já temos uma resposta definitiva para nosso artigo:
Quando alguém lhe disser que ao empurrar a bandeja de CDs você pode estragá-la, tenha certeza de que isto é verdade! Claro que muitos tratam esta questão como um mito, devido à mínima ocorrência de defeitos nas unidades óticas.
Lembrando que estamos falando de bandejas para PCs! Nos notebooks e netbooks os cuidados são parecidos: para abrir a bandeja aperte o botão ejetar, para fechá-lo você pode empurrá-lo, porém devagar e sem força desproporcional.
Um probleminha em alguns gabinetes
Alguns usuários que estão lendo este artigo podem pensar: se não é recomendável empurrar a bandeja da unidade ótica, então por que meu gabinete não permite que eu aperte o botão do drive para fechá-lo? Ao optar por um visual mais moderno, muitos fabricantes de gabinetes criaram as chamadas “tampas falsas”. Estas tampas permitem que a unidade ótica fique escondida no gabinete, não deixando a marca da unidade de CDs e DVDs aparecer.
O problema consiste justamente nisso, pois ao utilizar as tampas falsas, os gabinetes começaram a vir com um botão para ejetar as bandejas, porém este botão fica inutilizável para fechar o drive, o que força os usuários a empurrarem-na. A ideia das tampas falsas não foi culpa apenas dos fabricantes de gabinetes, mas também das que montam computadores.

Muitas empresas nacionais e internacionais resolveram utilizar gabinetes deste tipo para deixar o visual mais bonito e esconder a marca da unidade ótica. Evidentemente, tanto as fabricantes como as montadoras já sabiam dos possíveis problemas que podem ocorrer quando o usuário empurra a bandeja, porém nenhuma se preocupa com isso, uma vez que são raros os casos de danos no drive de CDs.
Apartir de hoje Os moradores das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste devem adiantar os relógios em uma hora. A medida vale até à 0h do dia 21 de fevereiro de 2010.
:)
como eu moro em Pernambuco eu nao vou prescisar me preoculpar ;)
A tecnologia Flat Flexible Loudspeakers permite criar alto-falantes extremamente finos que prometem substituir caixas de som em ambientes públicos e Home Theaters.
Existem diversas opções de equipamentos na hora de montar um Home Theater em casa, permitindo que até em espaços pequenos seja possível ter um centro de entretenimento completo, possibilitando assistir a filmes com qualidade semelhante à do cinema. Isso se deve a diversos avanços, especialmente no que diz respeito ao tamanho de televisores: ao contrário dos aparelhos que utilizavam tubos para reproduzir imagens e precisavam que um bom espaço fosse destinado para eles, atualmente é possível encontrar opções extremamente finas, que podem até ser penduradas na parede como se fossem quadros.
Apesar dos avanços dos últimos anos, um grande problema persiste no que diz respeito às caixas de som: as melhores opções do mercado ainda possuem um tamanho grande, o que as torna um obstáculo na hora de utilizá-las em ambientes pequenos. Desta forma, é comum encontrar Home Theaters em que há uma televisão de alta definição, videogames de última geração e aparelhos capazes de reproduzir Blu-ray, mas a qualidade de som é extremamente pobre, devido justamente a limitações de tamanho disponível para comportar caixas de som.
Alto-falantes tão finos que podem ser penduradas na parede!
O cenário descrito acima tende a mudar bastante se depender dos engenheiros da Warwick Audio Technologies, empresa surgida a partir de iniciativas da Escola de Engenharia da Universidade de Warwick, na Inglaterra. Através de uma série de experimentos, os engenheiros desenvolveram uma nova tecnologia capaz de produzir alto-falantes extremamente finos que ocupam somente 0,25 milímetros de espessura.
Desta forma, não é mais preciso se preocupar com caixas de som imensas que ficam bloqueando o caminho: a nova tecnologia permite utilizar os alto falantes das mais diversas formas, seja pendurados como quadros na parede ou fixando-os em superfícies irregulares, como o canto de uma sala, por exemplo.
A invenção foi batizada como Flat Flexible Loudspeakers (alto-falante plano flexível) – ou simplesmente FFL- e, segundo os desenvolvedores, é uma alternativa perfeita para locais em que é preciso obter uma boa qualidade de reprodução, mesmo com grande quantidade de pessoas e fontes sonoras diferentes. Caso de rodoviárias, metros e aeroportos, em que é comum não escutarmos claramente algum aviso importante devido à interferência de outras pessoas conversando, barulho de televisores ou mesmo por estarmos distantes dos alto-falantes.
Como se trata de algo bastante discreto, não é preciso se preocupar com a instalação de caixas de som enormes: o FFL pode ser instalado em superfícies internas, como forros de paredes ou até mesmo no teto de automóveis, por exemplo. Desta forma, além de economizar espaço, a tecnologia ainda contribui com mudanças de design,tornando o visual de objetos e lugares mais limpo.

Como funciona a tecnologia?
Caixas de som tradicionais são compostas por um ímã permanente e um eletroímã ligado a uma fina membrana feita de papel ou plástico, chamada diafragma. Quando uma corrente elétrica passa pelo eletroímã, este faz o diafragma vibrar, produzindo o som que ouvimos. A onda sonora sai do centro das caixas de som, o que faz com que, dependendo do posicionamento de quem ouvir, haja grande perda de informações no processo de transmissão.
A tecnologia FFL funciona de uma forma diferente: fabrica alto-falantes compostos por diversas camadas muito finas, constituídas de diversos materiais condutores e isolantes. Quando uma corrente elétrica passa pelo alto-falante, toda a sua superfície vibra, fazendo com que o ar seja movido como uma só massa – diferente das caixas de som tradicionais em que o som se propaga a partir de um ponto central.
O alto-falante FFL funciona como um pistão ressonador perfeito, em que todo o diafragma irradia em fase. Desta forma é possível obter um som muito melhor distribuído e que sofre pouca interferência de fontes externas. Traduzindo: os alto-falantes produzem um som com qualidade e fácil de entender em ambientes com muita poluição sonora, o que o torna perfeito para utilização em locais públicos.
Quando estará disponível?
Embora ainda não tenha anunciado nenhum produto que fará uso da tecnologia, a Warwick Audio Technologies informou que já está trabalhando com uma série de possíveis parceiros comerciais e, até o final do ano, devem aparecer produtos que utilizam alto-falantes FFL. Não foi mencionado o custo final da tecnologia para o consumidor, mas é possível esperar um valor inacessível para a maioria dos bolsos, ao menos durante os primeiros anos de utilização destes novos alto-falantes.
As possibilidades de uso são diversas: de Home Theaters em que as caixas de som estarão localizadas dentro das paredes até anúncios publicitários em forma de posters capazes de reproduzir som conforme o consumidor potencial se aproxima. Fabricantes de veículos já demonstraram interesse em utilizar a tecnologia FFL, pois permite economizar espaço durante a fabricação, utilizando alto-falantes nos tetos ou portas de carros.
Saiba as razões que fazem o Twitter ser a rede social da vez. Conheça as opiniões de famosos e relembre os principais assuntos que bombaram no microblogging.
O Twitter está alçando novos voos. O próprio criador do microblogging, Evan Williams afirma, em uma grande palestra, que ele mesmo não pode prever os caminhos que o Twitter irá percorrer daqui em diante.
Williams fala sobre a criação da ferramenta e como ela se desenvolveu para chegar onde está nos dias atuais. Além disso, o criador desta mania comenta sobre alguns exemplos do Twitter que não estavam nos “planos” dos desenvolvedores.
O que se percebe é que o Twitter é mais que uma ferramenta social de relacionamento, mas sim uma nova forma de se conectar com o mundo. O microblogging traz dinamismo ao usuário e as possibilidades são imensas e diferenciadas.
Um exemplo do uso inusitado da ferramenta foi a campanha de Barack Obama, que utilizou o microblogging exaustivamente e criou o slogan tão conhecido pelo mundo: “Yes, We Can” (sim, nós podemos).
O uso como propaganda política não estava nos planos, nas possibilidades que o Twitter poderia cobrir. Veja a seguir a palestra, com (legendas em espanhol) e acompanhe outros exemplos dados por Williams.
E no Brasil?
Aqui no Brasil a participação no Twitter aumenta a cada dia, assim como nos Estados Unidos. Sejam completos estranhos, celebridades, políticos, comediantes, músicos e outros, o que se vê é uma grande diversidade, comunicação e influência na vida moderna.
Mas nem de celebridades vive o Twitter. Muitos dos tópicos mais quentes do ano foram iniciados por ilustres desconhecidos e se espalharam pela internet como faísca em posto de gasolina.
Tópicos que ganharam destaque
O mais recente destes tópicos populares no Brasil (marcados com as #hashtags) foi o “Yes, we Créu”. Em direta referência ao slogan de Obama, este tópico foi uma homenagem à vitória do Brasil como sede das Olimpíadas de 2016 e a consequente perda de Chicago, Tóquio e Madri.
Este tópico tem sua origem discutida, mas o que parece é que surgiu no Clube de Criação do Rio de Janeiro (CCRJ) e se espalhou em algumas horas pelo Twitter de Marcelo Tas, jornalista com aproximadamente 400 mil seguidores.
Outro tópico famoso e que deu o que falar foi o #ZéMayerFacts. Estes mostram o galã José Mayer como o novo Chuck Norris brasilieiro, conquistador nato que conta com todas as artimanhas para ganhar as mulheres do país, senão do mundo. Na entrevista do ator dada à revista eletrônica dominical da Rede Globo, em que muito se falou sobre a fama da internet e pouco sobre a participação na novela em si.
Claramente, o que se percebe é a influência que a ferramenta traz para o jornalismo, e como as ideias que aqui surgem podem ser recicladas e citadas em vários meios. Veja a seguir um vídeo de uma das primeiras polêmicas criadas no Twitter, que contou até com a participação de um grande ator Hollywoodiano.
Para se ter uma ideia da amplitude deste tipo de ferramenta, o VMB 2009 da MTV concedeu um prêmio para o melhor Twitter do Ano (que acabou ficando nas mãos do apresentador da casa, Marcos Mion). Esta premiação dá ao público da TV a oportunidade de saber sobre a ferramenta e para quem a utiliza, a possibilidade de ver o microblogging atingindo novos horizontes.
A comédia
Forte tendência brasileira, a comédia também conta com seu lugar no Twitter. Uma das maiores polêmicas relacionadas diretamente com o microblogging foi a participação da Xuxa e de sua filha, que cometeu um pequeno erro de português em uma frase.
Depois do incidente, comediantes fizeram várias piadas sobre o assunto, e muitos fãs se condoeram pela apresentadora. Isso gerou uma nova polêmica e outras piadas se seguiram, que contavam com vídeos no YouTube, sacadas rápidas em 140 caracteres e muita polêmica.
O comediante Danilo Gentili foi um dos que receberam tanto elogios pelas piadas quanto demonstrações de fúria, devido ao conteúdo de sua comédia. Mas isso não fez que Gentili tivesse menos seguidores, que também giram na faixa de 400 mil.
Agilidade na comunicação
A razão para esta explosão e toda a ligação entre as várias áreas do entretenimento é a rapidez. Em sua mais recente palestra, Marcelo Tas afirma que o Twitter é uma ferramenta que mudou a forma de comunicação, e deve ser aproveitada.
Para Tas, a ferramenta traz ao usuário o retorno imediato daquilo que foi passado. O jornalista inclusive comenta que não se pode subestimar aquele que está do lado oposto da informação, sendo, portanto, uma ferramenta inédita de “feedback” para quem está longe do seu público.
O microblogging se tornou uma maneira mais facilitada de passar informações, e um ótimo veículo de divulgação de muitos trabalhos, shows, palestras ou novidades. O músico Roger, da banda Ultraje a Rigor, fala sobre a ferramenta e seu uso na divulgação (perguntas do jornalista Serginho Groisman):
Em termos de comédia, o Twitter se transformou em um grande centro de testes. Os humoristas colocam à prova várias piadas e as reações são tão imediatistas como se estivessem em um palco em plena apresentação.
Melhor ou pior?
O que se discute atualmente é se o Twitter é melhor ou pior que os outros meios. Enquanto alguns defendem o fato de que o microblogging é uma nova ferramenta que está influenciando cada vez mais outros tipos de mídia, outros afirmam que ele é um complemento para as mídias já conhecidas, porém ainda incipiente para grandes manifestações, diferente da televisão ou do rádio.
Melhor ou não, o que se vê é que o Twitter evoluiu e parte para novos rumos. Para quem gosta de ficar antenado e receber sempre as notícias em primeira mão, vale a pena participar desta nova evolução virtual.
Próximas atrações
Para quem gosta de novidades, o Twitter trará aos usuários duas novidades: a primeira, divulgada no site oficial no final de setembro, dará aos tuiteiros a possibilidade de criar listas de contatos. Dessa forma, será possível organizar melhor os contatos através de interesses, família, famosos, entre outros.

A segunda novidade é o lançamento de cinco novos suportes a línguas para o Twitter. O microblogging estará disponível não apenas em inglês e japonês, como também em francês, italiano, alemão e espanhol.
O português ainda não foi contemplado, mas espera-se que outras traduções sejam desenvolvidas assim que possível. Porém, quem não entende absolutamente nada de inglês, a tradução para o espanhol já será de grande valia.

Vídeos de 140 palavras?
Além destas novidades já confirmadas no blog oficial do Twitter, o que se anda especulando é a possibilidade que as tuitadas por vídeo sejam a próxima atração. Ao invés dos links para um vídeo em sites como o Tweetube ou o Twitvid, o usuário postaria as imagens diretamente no site do microblogging.
Biz Stone, o co-criador do Twitter nega estas informações. Ele diz que o twitter continuará com 140 caracteres (contando os espaços), e não há nenhuma previsão de suportes a vídeos. Entretanto, vale a pena ficar de antenas ligadas para novos rumores.
Enquanto novidades não aparecem por aí, dê sua opinião sobre os novos rumos do Twitter e comente suas experiências “tuitísticas” conosco. Aproveite para seguir o Portal Baixaki no Twitter, e ficar sempre de olho nas novidades do site.
Será o fim dos controles remotos? A Hitachi quer que os televisores sejam controlados com as mãos até 2011. Conheça esta tecnologia.
Na década de 1950, um acessório revolucionou a história dos aparelhos de televisão. Apelidado de Lazy Bones (ossos preguiçosos), o primeiro controle remoto era ligado ao aparelho por um fio. É claro que a revolução não parou por aí, e na mesma década surgiram os controles sem fio.
Considerado com frequência como um símbolo de preguiça, o controle remoto pode dar mais um enorme passo e chegar, literalmente, em nossas mãos e em poucos anos. Se depender da Hitachi, os nossos gestos vão controlar os televisores. É esta tecnologia que você conhece agora, neste artigo.
Para mudar de canal, mexa a mão
A Hitachi apresentou, no final de 2008 e começo de 2009, um televisor que simplesmente dispensa o controle remoto. Se você pensou em uma tela com sensor de toque, enganou-se. A tecnologia utiliza os gestos do telespectador para acessar as funções do aparelho. Em um exemplo simples: basta acenar para a tela para exibir a interface de controle.
A tecnologia foi desenvolvida em parceria com duas empresas. A Canesta criou os sensores 3D e a Gesture Tek criou o software. Os sensores detectam movimentos distantes até três metros, da mesma maneira que o acelerômetro do iPhone quando movimentado para o lado, por exemplo.
O segredo para que a interpretação dos movimentos seja precisa é a capacidade que estes sensores têm de coletar uma imagem tridimensional de tudo que eles veem. Tamanha precisão é capaz até mesmo de reconhecer movimentos com uma ou duas mãos, além de identificar pessoas diferentes no mesmo ambiente para exibir controles associados a cada pessoa.
Com o movimento detectado, o software entra em ação para codificá-lo para o televisor. Nesta parte, vale a simplicidade: os gestos só precisam ser consistentes. Nada de macaquices na frente da TV somente para trocar de canal.
Há um padrão de gestos já definido, mas o televisor aceita exceções. O software da Gesture Tek é capaz de codificar movimentos de acordo com a cultura do telespectador. É só pensar que um aceno é interpretado de maneira de diferentes maneiras pelo mundo. Há também alternativas para que pessoas fisicamente limitadas controlem o televisor também.
A princípio, a tecnologia usaria webcams para identificar os movimentos dos telespectadores, mas a reação do público, através de testes similares, foi negativa. A ideia de ter uma câmera na sala de TV não agradou aos participantes do teste, o que levou a Hitachi a readaptar o projeto. Hoje, ele é capaz de diferenciar uma pessoa dentro de um grupo pequeno, mas não consegue apontar uma em meio a muitas pessoas.
Uma novidade em constante aprimoramento
O conceito que a Hitachi apresentou e pretende aplicar até 2010 ou 2011 não é exatamente novo. Em 2007, um cientista australiano demonstrou um protótipo com esta finalidade. O que motivou o invento foram as incontáveis caças ao controle remoto pelas profundezas do sofá – uma cena muito corriqueira de fato.
Se você, caro leitor, se lembrou do Wii, videogame da Nintendo com enorme sucesso de vendas, não foi à toa. Este é um ótimo exemplo do uso da tecnologia de gestos. A diferença é que a proposta da Hitachi é largar mão do controle literalmente ao invés de utilizá-lo como parte do processo.
Ainda não há previsão de lançamento para um televisor controlado totalmente por gestos, mas os desenvolvedores são otimistas. “Acreditamos ser apenas uma questão de tempo até que interfaces gestuais sejam encontradas virtualmente em qualquer sala de estar”, afirma o chefe de tecnologia da Hitachi, Hiroyuki Mizukami.
Portanto, ainda não é hora de jogar seu controle remoto pela janela, por mais que você tenha vontade. Mesmo que os aparelhos entrem no mercado o quanto antes, o preço deles pode ser um empecilho para a popularização, assim como a aceitação do público.
A verdade é que os gestos são capazes de cobrir as principais funções de um controle remoto, mas não todas. Pode ser uma ótima ideia para telespectadores comuns, mas há também os telespectadores que utilizam funções bastante específicas, as quais ainda não são interpretadas.