50 anos? Isso mesmo! Redes sociais já existiam antes da propagação da internet em milhares de casas, antes do surgimento do saudoso Orkut, do Twitter e Facebook.

Confira o infográfico completo clicando na imagem e se surpreenda:

 

(Vimos no MídiaBoom)

 

A franquia de simulador da realidade mais famosa do globo voltará em breve. A Eletronic Arts anunciou nesta segunda-feira que o game “The Sims 4″ está em fase de desenvolvimento, com versões para Windows e Mac, e com lançamento previsto para 2014.

A produtora responsável pela série, a Maxis, não divulgou detalhes sobre a novidade, mas a garantiu saciar um pouco da curiosidade dos fãs ainda hoje numa conferência de lançamentos para a imprensa e fãs.

“A franquia The Sims é abastecida pela paixão e criatividade seus milhões de fãs ao redor do mundo”, disse o comunicado. “Sua devoção contínua ao jogo acende a criatividade da equipe no The Sims Studio, fazendo com que ela continue melhorando e inovando em um dos jogos de simulação mais bem-sucedidos da história, que já vendeu mais de 150 milhões de cópias mundialmente.”

 

 

O pessoal do Canal MrSolidSnake745, publicou um vídeo bem interessante no YouTube, eles recriaram a música clássica dos Caça-Fantasmas usando disquetes, o resultando ficou bem legal, confira!

Quantos serviços você utiliza na internet que solicita senha? Imagina que em breve esse número deve aumentar ainda mais, são contas de banco, de e-mail, redes sociais, aplicativos, uma infinidade de uniões de letras e números que ainda incomoda muita gente.
Pensando nisso, pesquisadores da Universidade de Berkeley, na Califórnia, desenvolveram uma tecnologia que autentica o acesso dos usuários utilizando suas ondas cerebrais. Segundo os pesquisadores, “em um futuro não muito distante”, ao invés de digitar, o usuário precisará apenas pensar na sua senha e ter acesso a alguma plataforma.
Foi utilizado no estudo o aparelho Neurosky Mindset para fazer a leitura do lobo frontal do cérebro. O aparelho se parece com um headset tradicional e possui um sensor que lê ondas cerebrais do lobo frontal do cérebro.
Os pesquisadores acreditam que, por ser menos invasiva, essa tecnologia possa se popularizar no mercado em aparelhos que já utilizam tecnologias como o Bluetooth.
Segurança
A precisão e a segurança do objeto foram testadas pelo cientista. Pesquisadores solicitaram aos participantes do estudo para pensarem que estavam executando tarefas repetitivas. A chave para o sucesso da autenticação através do pensamento seria encontrar uma tarefa que o usuário não se importe de repetir mentalmente todos os dias, e logo passaria a ser a senha de acesso.

Porém os voluntários divergiram entre si em relação ao melhor método para acionar as senhas. A maioria considerou difícil pensar na prática de um esporte todos os dias, assim como pensar diariamente em um movimento simples, como mexer o indicador.

A maioria dos participantes preferiu trocar as senhas por ações como contar objetos de uma cor específica, pensar que está cantando sua música favorita e até mesmo focar na própria respiração.

 
(Via Estadão )